Quando a Declaração de Amor Dá Certo… de Verdade
Era uma grandiosa sexta-feira quando um rapaz, chamado Tarō, estava atrás do colégio onde estudava desde o Ensino Fundamental.
Era véspera de dia dos namorados, e queria se declarar à garota de quem gostava. Seu rosto esquentava com essa ideia, e seus cabelos poderiam cair de tanto nervosismo.
Ouviram-se passos. Tarō soube imediatamente quem era. Aoi. Esse era o nome da garota que vinha. Bela como a mais bela flor(o que o deixava tão cego que precisaria usar óculos de sol). Após se aproximar, ela falou, com uma voz melódica:
–Olá, Tarō. Eu li a carta que você deixou em meu armário. Deseja me falar algo aqui e agora?
O rapaz assentiu, e começou um enorme discurso romântico, e terminou perguntando:
–Então, Aoi...você deseja namorar com a minha pessoa?
A face de Aoi estava bastante corada, apaixonada com o suposto discurso. Os seus olhos, de um tom amarelado, reviravam-se com certa dúvida.
Pensou e pensou, e então falou:
–Sim! Por favor, Tarō!
Depois disso, a mente de Tarō deu tela azul(ele nunca tinha namorado na vida).
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