O injusto Batman: Por que certos crossovers não deveriam ocorrer

        Muitas vezes, ao assistirmos ou lermos uma obra, nos deparamos com um "E se..." típico das hipóteses. "E se o Rengoku conseguisse a Marca do Caçador?", "E se o vovô Gohan nunca encontrasse o Goku?". Questões como essas podem mudar totalmente a trajetória da história a qual nos referimos diariamente.
        Semana passada, pensei na hipótese de haver um crossover entre o Batman(da DC) e Kimetsu no Yaiba(aquele anime famoso dos caçadores de demônio), mais especificamente no arco do Trem Infinito. "E se o Batman, com preparo, estivesse no Trem Infinito no lugar do Rengoku?", foi isso o que pensei. Falei com uma IA sobre o assunto e, sabendo ou não da fraqueza dos onis contra Nichirins, o Batman humilharia os demônios desse arco de qualquer jeito.
     Bora refletir aqui, otakus: a habilidade principal do Enmu, o Lua Inferior 1, envolve fazer as pessoas dormirem através do sangue misturado em objetos(como nos bilhetes daquele trem) e comandos de voz manifestantes de qualquer lugar...e eu não duvido que o Batman teria abafadores de som para esses casos.
     Se ele já soubesse que onis são fracos contra a luz ou nichirins, ele poderia fazer batarangs com aço de nichirin ou fazer bombas de luz que simulam raios Ultra Violeta.
    Já em relação ao Akaza, esse demônio torna-se fraco quando não percebe o Espírito de luta do inimigo, e o Batman pode não ter isso se perceber essa característica do oni. Além disso...é só usar os batarangs de Nichirin ou até ele morrer ou até o amanhecer.
     Em suma, o Batman no Trem Infinito(ou no mangá inteiro) seria bem injusto para a trama principal. Se o mangá já é curto sem Batman, imagina com ele.
     Às vezes, alguns crossovers realmente não deveriam ocorrer.

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