Liberdade: uma segunda reflexão
Uma vez, quando eu estava vendo algumas frases filosóficas no que chamamos de "Internet", eu li uma grandiosa frase de Osho: "A maior liberdade é ser livre de nossa própria mente". À princípio, pareceu-me convincente, já que esse homem poderia ter motivos para falar aquilo. O pior foi que eu havia pesquisado para o Mergulho Literário de 2025(quando eu ganhei, aliás, com o tema do meu conto sendo a própria liberdade), e passei a refletir mais sobre a liberdade.
Esse belo conceito é subjetivo, mas muitos tratam-na com objetividade, como se fosse um termo qualquer do dicionário. Muitos ansiam, outros controlam(com constituições, regras, etc.) por saber o perigo dela. Não que eu queira um país autoritário, mas as leis reescrevem a liberdade, limitando-a para o nosso bem.
Sei que já escrevi um texto antes sobre essa bela palavra, mas uma conclusão eu posso fazer ao reescrever: se a liberdade for o maior dos pecados, eu me considero o maior dos pecadores por ansiá-la na minha própria mente e realizá-la em meus textos.
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