Lua de cinzas

    Era uma bela noite na Romênia, um país do leste europeu cuja língua é estranhamente latina. Em uma alta torre da capital, vivia um estranhíssimo ser, o tal Conde Drácula. Estava observando o povo da cidade através da janela do andar mais alto, que era iluminada pela luz da lua cheia. Estava totalmente estático naquele momento.


Tap! Tap! Tap! Tap!, foi o som que o fez virar. Um estranhíssimo homem uniformizado aparece na porta de seu quarto, com um caderno em mãos. Parecia um homem com conhecimento científico.


-Conde Drácula? -o homem chamou-o inicialmente.


       O semblante do vampiro mudou-se para uma face azeda, o que é um contraste à sensação anterior. Ele gritou:


-O que você quer, seu escroto!?


-É que... -o homem abre o caderno de pesquisas. -...a lua reflete a luz solar.


        Drácula começou a virar cinzas rapidamente.


-Maldita ciência! -foi a última coisa que gritou.


Moral: nunca use ciência contra vampiros.

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