Kimi no koto: o mangá que me viciou
Eu sei que muitos que lerão esse meu texto costumam ler em Kindles (algo bastante caro que facilmente é substituído por um livro de 20 reais do mercadinho da esquina). Mesmo que eu não tenha um Kindle em si, eu leio de vez em quando no meu celular, especialmente mangás. Entre eles, li alguns capítulos de "Kimi no Koto ga Dai Dai Dai Daisuki na Hyaku-nin no Kanojo"...o que me fez compreender que ler online não dá tão certo assim.
Isso começou em março desse ano, quando eu ouvi dizer que lançaram a segunda temporada do anime. Como eu não tinha conta na Crunchyroll naquela época, eu tinha que ter outros meios para isso. Dentre esses meios, tinha ler o mangá, e, como estava bastante caro para comprar um mangá artesanal na Shopee, eu resolvi ler no antigo SlimeRead. A história é fascinante, e eu amei a proposta poligâmica e humorista do mangá de Rikito Nakamura. Até que eu pensei em uma coisa.
Quando o SlimeRead foi praticamente retirado do Google, eu havia parado no capítulo 25 do mangá. Enquanto eu procurava meios de continuar lendo a história, eu "caí de paraquedas" na fandom do mangá, e vi que, naquele único mês, eu havia lido 3 volumes inteiros e já estava no quarto. Eu fiquei surpreso, assumo, já que eu nem sabia direito em que capítulo acabava cada volume.
Poucos dias depois, achei um outro site para ler mangás(que tinha una tradução ruim, aliás), e li até o capítulo 39, que estava no volume 5.
Calculando agora, se eu tivesse comprado esses 5 volumes da Shopee, eu teria gastado 290,20 reais. Eu me orgulho de ter economizado? Não, pois ter a noção de quando vai acabar é o que dá a graça pro mangá.
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